Deputado Max Russi destaca a importância de fortalecer ações contínuas de prevenção ao suicídio

Por Mônica Thais

Max Russi defende políticas permanentes e sensibilidade coletiva na luta pela saúde mental

Mesmo quando o calendário já se despede do amarelo de setembro, a causa permanece acesa. A luta pela vida não tem prazo, nem cor definida — ela vive no gesto simples de quem pergunta, escuta e acolhe.
É nesse espírito que o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), continua a reafirmar seu compromisso com a saúde mental e a prevenção ao suicídio, temas que, para ele, precisam ser tratados com a mesma urgência de um socorro e a delicadeza de um abraço.

Cada gesto de diálogo pode mudar destinos e salvar vidas. O silêncio, ao contrário, pode ser fatal”, afirma o parlamentar, ao relembrar o alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS): a cada 40 segundos, uma pessoa tira a própria vida. No Brasil, são mais de 14 mil histórias interrompidas por ano, um número que pede escuta e empatia.

Entre as ações que marcaram esse compromisso, Russi destaca o Projeto de Lei que institui a Campanha de Conscientização sobre a Depressão Infantil e na Adolescência, em Mato Grosso. A proposta nasce do desejo de romper o silêncio nas escolas e nas famílias, garantindo que crianças e jovens encontrem, desde cedo, o amparo necessário para compreender suas emoções.

O deputado também recorda o 1º Simpósio “Setembro Vivo”, realizado na ALMT, que reuniu especialistas, gestores e sociedade civil para discutir caminhos de prevenção, acolhimento e fortalecimento da rede de saúde mental. Para ele, o evento simbolizou o poder da palavra quando ela se transforma em ação.

Falar sobre saúde mental é reconhecer a urgência do outro dentro de nós. A prevenção é um compromisso coletivo, político e humano”, reforça Russi.

Ele acredita que a mudança começa no cotidiano — em cada escuta atenta, em cada olhar sem julgamento.
Perguntar como alguém está pode parecer pouco, mas é o primeiro passo para salvar uma vida”, conclui.

O amarelo pode ter saído das ruas, mas a mensagem permanece: a vida precisa ser lembrada, cuidada e celebrada todos os dias.