MT Produtivo investe US$ 100 milhões e reforça liderança de Otaviano Pivetta na transformação da agricultura familiar
Por Mônica Thais
Com financiamento do Banco Mundial, programa do Governo de Mato Grosso promete mudar a realidade de 15 mil famílias e consolida Pivetta como articulador de políticas para o campo.

Cuiabá, MT – O Governo de Mato Grosso lançou, nesta quinta-feira (6), o MT Produtivo – Desenvolvimento e Sustentabilidade, um dos maiores programas de incentivo à agricultura familiar da história do Estado. Com investimentos de US$ 100 milhões — sendo US$ 80 milhões financiados pelo Banco Mundial (BIRD) e US$ 20 milhões de contrapartida estadual — a iniciativa pretende transformar a vida de 15 mil famílias de agricultores familiares, povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais, cooperativas e associações em 61 municípios.
Executado pela Secretaria de Agricultura Familiar (Seaf) entre 2025 e 2030, o programa tem como meta estruturar cadeias produtivas, ampliar renda, oferecer suporte técnico e integrar políticas de regularização fundiária, ambiental e de crédito.
Além da magnitude do investimento, o lançamento reforça o papel estratégico do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que se consolida como referência interna na articulação de políticas voltadas à agricultura familiar.
Durante a cerimônia, Pivetta ressaltou que o projeto é fruto de uma construção contínua, marcada por planejamento, integração institucional e busca por financiamento internacional.
“Hoje, penso muito sobre como fomentar a agricultura familiar. Foram realizadas iniciativas importantes, como a busca por financiamento do Banco Mundial. Além disso, houve esforços em todos os municípios de Mato Grosso para melhorar a infraestrutura, incluindo estradas e o acesso ao escoamento da produção”, afirmou.
Sua fala evidencia a atuação direta na captação de recursos e no fortalecimento da infraestrutura rural, pontos-chave para que pequenos produtores possam competir e consolidar cadeias produtivas. Para aliados no governo, o MT Produtivo traduz a visão de Pivetta: um modelo de desenvolvimento que inclui o pequeno agricultor e posiciona o Estado como parceiro estratégico, não apenas regulador.
O governador Mauro Mendes definiu o programa como “um novo marco” para os pequenos produtores e destacou que o equilíbrio fiscal do Estado foi determinante para viabilizar o investimento.
“Colocamos as contas do Estado em ordem e conquistamos o equilíbrio fiscal. Hoje Mato Grosso é sólido, confiável e capaz de investir com responsabilidade. Esse projeto simboliza nosso compromisso com quem produz e acredita neste Estado”, afirmou.
O representante do Banco Mundial, Diego Arias, destacou o caráter inovador do programa:
“O MT Produtivo nasce com metodologia robusta e foco em políticas públicas integradas — regularização ambiental, acesso à terra, crédito e tecnologia —, buscando estimular cadeias de valor sustentáveis.”
Nos municípios, o entusiasmo é visível. O prefeito de Nova Bandeirantes, Rogério Souza, comemorou o impacto direto:
“Temos 66 agricultores familiares contemplados. Esse recurso vai fazer diferença real, garantindo suporte e resultados concretos para melhorar a qualidade de vida dos pequenos agricultores.”
Associações também celebraram o anúncio. Andreia Souza, da Associação Amigos da Terra de Sorriso, definiu o projeto como um divisor de águas:
“Trabalhamos há 23 anos com agricultura familiar e esse edital mostra que o governo tem olhado por nós.”
O MT Produtivo prevê ações voltadas a práticas agrícolas sustentáveis, regularização fundiária e ambiental, fortalecimento de cadeias produtivas, inclusão de mulheres e jovens e valorização de comunidades tradicionais. Desde 2019, o Estado já investiu R$ 720 milhões em equipamentos, insumos e infraestrutura para o setor — um esforço agora ampliado com o financiamento internacional.
Com o novo programa, Otaviano Pivetta se firma como peça central na engrenagem que movimenta a agricultura familiar em Mato Grosso. Sua atuação política e técnica o coloca no centro de um projeto que combina desenvolvimento, inclusão social e sustentabilidade, pilares que reforçam tanto sua relevância administrativa quanto seu protagonismo político dentro do governo.